LILIAN B. SILVA

BENEFÍCIOS DO ESPORTE

15 de Fevereiro de 2010

 

Minha filha Laura

Quantos de nós passamos a infância pulando amarelinha ou brincando de pega-pega na rua, livremente? Com certeza muitos. Quantos de nossos filhos podem brincar fora de casa sem nos causar preocupação? Nada de reminiscências, por favor: hoje podemos oferecer-lhes formas muito interessantes de lazer. Esqueça as lembranças e mãos à obra! "A prática de atividades físicas deve estar no topo das prioridades dos pais que realmente se preocupam com a qualidade de vida da família". E também vai ser o contraponto para a atividade intelectual. Sem falar nos inúmeros benefícios que traz à saúde. "A maneira como o esporte é ensinado e treinado também faz toda a diferença. O Vôlei, por exemplo, é um ótimo esporte para desenvolver a coordenação motora, para as pessoas especialmente as crianças por este estimular o crescimento da estrutura óssea, e toda modalidade esportiva cria uma consciência de grupo muito boa para convívio com o resto da sociedade. E para os adultos além da questão da forma física ,  é uma ótima terapia para o stress que vivemos no dia a dia.

 

OSPA - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

15 de Fevereiro de 2010

 


http://www.youtube.com/watch?v=rYhwJGF2a0c

Minha estréia na OSPA (Março/2009)

Sem dúvida, uma das grandes conquistas que obtive em 2009 foi fazer parte desta grande família que é o Coro da OSPA. Nosso maestro Manfredo Schmiedt sempre muito compreensivo com todos, altíssimo astral, extremamente exigente, fazendo com que nossas noites de ensaio fossem sempre alegres, divertidas. E nossa professora de técnica vocal Rosana Lofrano? Essa é muito especial, sempre dizendo: "busquem o melhor, vocês podem o)))))". É muito gostoso  estarmos todos juntos. 2010 promete grandes supresas. O momento mais especial  foi participar no Teatro do SESI da cantata cênica Carmina Burana de Carl Orff.

A ARTE DE ENVELHECER

15 de Fevereiro de 2010

 

Na realidade, é a arte de saber envelhecer o físico, sem envelhecer a alma, pois na verdade não podemos nos limitar a assistir a passagem do tempo. Sempre temos que fazer nossa parte para que a idade não nos impeça de viver como merecemos e queremos.

Temos que considerar, que a maturidade, na realidade, é o que nos permite viver em paz com aquilo que não podemos modificar, assim como também é o fato de saber o que podemos, se não modificar, pelo menos amenizar, para que os anos cheguem mais suavemente, sabendo usar nossa experiência de vida.

O tempo sempre cobra seu tributo. Ninguém passa incólume. O que se deve fazer é controlar seus efeitos para que não sejam tão devastadores. Vamos ajudar nosso organismo a modificar um pouco os termos da cobrança do implacável credor que se chama TEMPO.

Quanto ao que é "imodificável", temos que saber aceitar. Não adianta nos revoltarmos contra as mazelas que a idade provoca em nosso organismo. Temos é que saber administrar esses problemas.

Tomando os cuidados adequados, podemos sempre conseguir alguns adiamentos saudáveis, prosseguindo a todo vapor em nossa vida.

Devemos dentro do possível, manter nossos hábitos, acomodando-os com a nova realidade do organismo. Se não podemos mais correr na praia, passemos a caminhar acelerado enquanto der, diminuindo a marcha conforme o organismo for pedindo. O que não podemos, é parar.

Claro que isto se aplica a tudo na vida. A única atividade que não deve ser diminuída, é a prática da amizade, pois esta, além de não requerer qualquer esforço físico, ajuda a conservar a auto-estima, que é um fator importante nessa nossa luta pela sobrevivência.

Enfim, crianças, vamos encarar o bicho de frente, que é a melhor maneira de vencê-lo.

A melhor vitória que podemos conseguir sobre a velhice, é não permitir que ela subjugue nosso espírito, que ela o envelheça, pois este tem sempre permanecer jovem.

Como conseguir isso? Muito fácil. Basta sabermos nos adequar à passagem do tempo. Se tivermos que diminuir os exercícios físicos, podemos e devemos aumentar os exercícios intelectuais, lendo mais, ouvindo mais música. Enfim, nos mantermos vivos. Esse é o segredo. Trabalhar o cérebro.

Viajar também é bom e ajuda a conservar a juventude interior, além de manter o organismo em atividade.

Um velho amigo, que não sei se seria melhor chamá-lo de amigo velho (a colocação depende da maneira da pessoa pensar) um dia destes, encontrou-se comigo numa das esquinas da vida, e começou a desfiar um rosário de lamentações, dizendo que estava velho demais (tem a minha idade) para começar qualquer coisa, que agora já se considerava com a missão cumprida, e só estava esperando chegar a hora.

Recomendei então que se deitasse, porque assim a espera seria mais confortável. Logicamente ele estranhou minhas palavras, e quis saber se eu tinha mudado minha maneira de encarar a vida.

Aproveitei a deixa e lembrei de uma que disse qualquer coisa assim : Um homem não está velho até que comece a lastimar, em vez de sonhar.

Espero que esse meu amigo tenha captado bem o sentido da coisa, pois essa frase encerra uma grande, uma enorme verdade. Nunca, jamais, em tempo algum, em nenhuma circunstância, de maneira nenhuma, podemos nos entregar, deixar de ter algum objetivo, alguma meta, algum sonho para alcançarmos.

É exatamente essa flama interna que nos conserva vivos, que nos permite achar que estamos fazendo jús ao lugar que ocupamos no mundo. Do contrário, passaremos a ser meros objetos decorativos para colecionadores de mau gosto.

Se por acaso alguém se sentiu ofendido com o que foi acima dito, que me desculpe, mas esse alguém é realmente um velho cansado, e não um idoso sonhador...

Pensem sobre isso e tenhamos todos UM LINDO DIA.!

Lilian

A IMPORTÂNCIA DOS PENSAMENTOS POSITIVOS

15 de Fevereiro de 2010

 

A mente humana é capaz de atrair a boa sorte e afastar a má sorte. São os pensamentos positivos que moldam a boa sorte e os negativos que dão chances à má sorte. Grande parte da nossa atitude negativa não surge das circunstâncias em que nos encontramos, mas sim das nossas características psicológicas. Os pensamentos positivos, que atraem a boa sorte, nascem em pessoas bem ajustadas emocionalmente, em seres que não se deixam levar pelos resíduos psicológicos da infância. Em resumo, pessoas de personalidade sadia, não têm mecanismos espirituais defeituosos. As pessoas positivas são como baterias: carregadas de boa sorte. As negativas são as que querem acender o mundo, sem ter nenhuma carga de energia.

A vítima da má sorte culpa o mundo, a vida, as pessoas e os fatos de suas desgraças. Nunca presta atenção em suas atitudes, nem em seus pensamentos. Essas pessoas que se acham perseguidas pelo destino não percebem que a existência é uma cadeia de acontecimentos, sendo que às vezes não é possível chegar a determinado ponto ,sem antes passar por muitíssimas dificuldades. Quando o azar as põe em má situação, elas não sabem responder positivamente à mudança. Ficam paralisadas e sentem-se frustradas. Não sabem como se reerguer e refazer a vida. Essa incapacidade é provocada pela insegurança emocional. Esta é uma doença como outra qualquer. O sintoma dela é não ter confiança em si mesmo. Quando uma pessoa não dá valor às próprias qualidades, pensa que, logicamente, nada tem a oferecer ao mundo e que, por isso, ninguém vai reparar nela para alguma coisa que valha a pena. Esses pensamentos negativos fazem com que a pessoa sinta uma pena enorme de si mesma. Daí vem a depressão, a frustração e o desânimo. Muitas vezes a pessoa insegura tenta esconder seus pensamentos negativos com atitudes opostas. Banca a soberba, a orgulhosa ou a sabe tudo, tentando impressionar aos outros, agindo como se realmente fosse uma personalidade importante. Também, muitas vezes, assume outras atitudes negativas, se fazendo de vítima de tudo e todos. A insegurança distorce a mente e dá chances à má sorte.

O principal na vida é ter otimismo, idéias positivas e muito entusiasmo. Para começar, o homem ou a mulher aos quais a sorte sorri são sociáveis. Eles não têm medo de situações novas, nem de novos contatos. A pessoa de sorte sabe que em qualquer desconhecido por viver, latente, a semente da boa sorte. É talvez através dessas pessoas que não conhecemos hoje, mas que entrarão em nossa vida amanhã, que iremos encontrar oportunidade e caminhos novos. Para se ter boa sorte não se deve ter medo de mudanças. Quando as condições variarem, a gente tem que variar, também temos que tratar de nos adaptarmos e seguir em frente, em busca de novas oportunidades. Não devemos nos queixar do passado, nem desperdiçar energias em angústias e ansiedades.

Pensamento positivo amigos!!!!

Lilian

VÔLEI

15 de Fevereiro de 2010

 

Meu filho Matheus

Sabemos que hábitos saudáveis devem ser adquiridos o quanto antes. 
Sabemos também que o sedentarismo e a obesidade são dois dos principais fatores de risco modificáveis para a saúde, sendo responsáveis por boa parte dos óbitos precoces.
Estes dois fatos já seriam suficientes para estimular a prática de esportes na adolescência, mas as razões vão muito além.
No passado bem próximo, a atividade física natural, aquela necessária para realizarmos nossos afazeres diários, eram intensas. 
Nossos pais andavam cerca de 5 kms por dia para ir às poucas escolas das cidades. Nossas avós tinham grande atividade lavando roupas, passando com ferros pesados e limpando a casa que eram desprovidas dos nossos modernos pisos (tão práticos!). As crianças brincavam livremente nas ruas, andavam de bicicleta, corriam, subiam em árvores. Passavam horas fazendo atividades físicas e tomando sol. 
Muitos pais e avós se recusam a ver a necessidade de substituir estes saudáveis hábitos (quase impossíveis nas grandes cidades) por atividades físicas programadas. Fazer esportes durante uma hora pelo menos 4 xs por semana é garantir atividade física mínima pelo menos metade dos dias do ano (lembrem-se que a semana tem 7 dias e que existem feriados e férias!).
No entanto existem outras vantagens para a atividade física programada, não tão fáceis de enxergar como as anteriores.
Uma delas é aprender a obedecer regras. Num tempo em que quase não existem restrições aos adolescentes, obedecer a um técnico, que poderá puni-lo até com a exclusão da equipe, pode ser vital para a formação do caráter. 
No esporte o adolescente aprende a relação causa - consequência: "Se eu treino fico bom, se não treino, estou fora", "Se não me dedicar não tenho chance de vencer", etc.
Aprende a se preparar com antecedência para eventos futuros. Na escola costumam estudar na véspera, ou deixar o trabalho para o último dia. No esporte isto não funciona. Muitos adolescentes ensaiam o ano inteiro para apresentações de dança e patinação no final do ano. 
Aprende-se responsabilidade para com o grupo, não dá para "dormir mais um pouquinho" no dia da competição, deixando os companheiros "na mão". Corre-se o risco de ser marginalizado se assim o fizer. 
Experimenta-se na derrota ou ao ser preterido para o time, o gosto da frustração, sentimento que os pais de hoje não permitem que os filhos experimentem, nem mesmo na hora de "tirar a chupeta". Treino este que aumenta o QE (coeficiente emocional) e prepara o jovem para as várias frustrações, que nenhum de nós escapa de enfrentar, sem ter que recorrer a nenhum tipo de droga (sejam elas lícitas ou ilícitas). 
Todos nós precisamos ter também a sensação de sermos especiais e de sermos notados em meio a multidão. O adolescente esportista não precisa recorrer a tinta no cabelo ou piercings com esta finalidade. Na hora de um espetáculo, de um jogo ou uma competição, lá estarão seus pais e amigos, torcendo e se orgulhando dele. Neste momento ELE será o centro das atenções. 
Temos apenas que cuidar que a partir dos 12 anos a atividade física escolhida vá de encontro a dois pontos: aptidão física e gosto pessoal. O adolescente forçado a praticar esportes muito além de suas condições (ex.: baixa estatura e basquete) estará fadado ao insucesso independentemente de seus esforços, o que é cruel. Unir todas estas vantagens ao prazer e à felicidade é o nosso ideal. Portanto devemos deixar que nossos filhos conheçam o maior número possível de modalidades para que possam fazer uma opção consciente. O tempo mínimo para se conhecer uma modalidade é de 6 meses. Não se deve permitir que a criança abandone o esporte antes deste prazo, pois estaríamos indo contra o aprendizado da persistência e construindo jovens volúveis, indolentes e irresponsáveis. 
Espero estar contribuindo para que os pais estejam mais cientes de sua importância na formação do caráter e da felicidade de seus filhos, não só com condescendência, mas também com autoridade e amor. 

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Perfil

 

Eu sou a Lilian,  sócia deste maravilhoso clube, casada com o João e mãe do Matheus, da Laura e da Júlia  jogadores de vôlei da SOGIPA. Tenho diante de mim a possibilidade de ser o que sou, e assim sirvo àqueles que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto, no gesto que realizo, no trabalho que faço... o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. É questão de maturidade. Quando eu simplificar a minha vida, a felicidade chegará em minha casa quando eu menos esperar.

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